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Sujeitai-vos às autoridades constituídas

  SUJEITAI-VOS ÀS AUTORIDADES CONSTITUÍDAS Romanos 13:1-7 Esta passagem bíblica é frequentemente citada em discussões sobre autoridade e obediência civil. Ela é parte da carta de Paulo aos Romanos, uma das epístolas mais influentes do Novo Testamento. Vamos ao texto: “1 Toda a pessoa esteja sujeita às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas. 2 De modo que aquele que se opõe à autoridade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos condenação. 3 Porque os magistrados não são para temor, quando se faz o bem, e sim quando se faz o mal. Queres tu, pois, não temer a autoridade? Faze o bem e terás louvor dela, 4 visto que a autoridade é ministro de Deus para teu bem. Entretanto, se fizeres o mal, teme; porque não é sem motivo que ela traz a espada, pois é ministro de Deus, vingador para castigar o que pratica o mal. 5 É necessário que lhe estejais suje...

A Grande Comissão dos Discípulos (CLIQUE AQUI)

 

A GRANDE COMISSÃO DOS DISCÍPULOS



Você falou de Jesus pra alguém hoje? E nesta semana? Neste mês? E neste ano? E desde que você aceitou Jesus como seu salvador?

Muitíssimas pessoas acham que evangelizar ou discipular é convidar pessoas para o culto em sua igreja. Isso não é errado, absolutamente, mas será que assim se cumpre a “Grande Comissão”?

Vamos analisar o que Jesus disse, no Evangelho segundo Mateus:


Mateus 28:16-20


1 – A autoridade para pregar foi dada por Jesus (v. 18)


2 – Ide, fazei discípulos (ordem de Jesus) (v. 19)


3 – Ensinando a guardar os mandamentos (ordem de Jesus) (v. 20)


4. Consolação: Jesus estará com a igreja até o fim dos tempos (v. 20)



A tríplice ordem missionária: discipular, batizar e ensinar (ensinar a discipular) foi dada a cada crente!



Muitos crentes, porém, entendem que evangelizar/discipular é convidar para ir ao culto. Não que isso seja errado, pelo contrário, mas isso NÃO é fazer discípulos.


Nesse sentido temos dois tipos de evangelização: a evangelização CENTRÍPETA (de fora para dentro) e a evangelização CENTRÍFUGA (de dentro para fora, da igreja para o mundo).


Na evangelização centrípeta (a) a pessoa convida alguém para o culto e transfere a sua responsabilidade para o introdutor, para o ministro de louvor, para o pregador, etc, e acha que fez a sua parte (só que não). Mas, e se a mensagem pregada não for evangelística, mas de exortação à igreja; e se for um culto de Santa Ceia, como ficam os convidados? No mínimo constrangidos…


Já na evangelização centrífuga (b), cada crente, a partir da igreja (como fazia a igreja primitiva – ver Atos 2:42-47), é responsável por “fazer discípulos”. Essa foi a ordem de Jesus nos versículos 19 e 20, que cada crente seja um evangelista em potencial, em nome dEle. As pessoas se achegavam aos crentes devido ao seu TESTEMUNHO, que não precisa ser falado, mas tem de ser vivido.


A promessa da presença contínua de Deus é a chave de ouro com a qual vários livros da Bíblia são concluídos.





Força Centrípeta (a)



Força Centrífuga (b)



A evangelização centrípeta funciona, mas é menos eficaz. Na evangelização centrífuga, o crente vai levar o visitante à igreja quando este já estiver familiarizado com o Evangelho, como se fosse um “filho na fé”. Um exemplo positivo da evangelização centrífuga ocorre com os missionários da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. A pessoa só é integrada à igreja depois de convicta de sua fé. Deveríamos ser mais humildes e aprender com quem está fazendo o certo.



Porto Belo, 10 de agosto de 2023.

Dr. Gustavo Maders de Oliveira

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