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Não Julgues Alguém por Quem Cristo Morreu

  Não Julgues Alguém por Quem Cristo Morreu O ensinamento de Jesus sobre o julgamento é profundo e relevante para todos nós. Em Mateus 7, encontramos palavras que nos convidam à reflexão e à mudança de atitude. Vamos explorar por que não devemos julgar os outros e como podemos aplicar esse princípio em nossa vida. I - O Mandamento de Não Julgar Em Mateus 7:1-2, Jesus diz: “Não julgueis, para que não sejais julgados. Pois com o critério com que julgardes, sereis julgados; e com a medida que usardes para medir a outros, igualmente medirão vocês.” Essas palavras são um lembrete poderoso de que nosso julgamento tem consequências. Quando apontamos os erros dos outros, estamos nos colocando em uma posição de juízes, e Deus nos julgará da mesma forma. II - A Trave no Próprio Olho Jesus continua em Mateus 7:3-5: “E por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão, e não vês a trave que está no teu próprio olho? Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o

Relação Gênesis - Apocalipse - LER MAIS

 

RELAÇÃO GÊNESIS - APOCALIPSE


Existe relação entre o livro de Gênesis e o Apocalipse?

Cerca de 1500 anos separam as datas em que foram escritos: Gênesis em 1400 a.C. - Apocalipse em 96 d.C. Moisés e João jamais se conheceram, viveram em lugares diferentes, em épocas totalmente distintas, com culturas muito desiguais. Como pode então haver relação entre dois livros que foram escritos em circunstâncias tão diferentes? A Bíblia tem inspiração única, o mesmo Espírito que inspirou Moisés no deserto, inspirou João na ilha de Patmos. A última parte do último livro soa como o final da história começada na primeira parte do primeiro livro. Como judeu, é muito provável que o apóstolo João conhecesse o pentateuco (os 5 livros de Moisés) quando Jesus lhe revelou o Apocalipse (Ap 1:1-3; 9-20).


Dos céus e da terra

Gn 1.1 – No princípio criou Deus os céus e a terra.

Ap 21.1 – Vi novo céu e nova terra.


Das águas

Gn 1.10 – Ao ajuntamento das águas chamou mares.

Ap 21.1 – E o mar já não existe.


Das trevas

Gn 1.5 – As trevas chamou noite.

Ap 21.25 – Lá não haverá noite.


Da luz

Gn 1.16 – Deus fez os dois grandes luzeiros.

Ap 21.23 – A cidade não precisa nem de sol nem de lua, pois a glória de Deus a iluminou.


Da morte

Gn 2.17 – No dia em que dela comeres morrerás.

Ap 21.4 – Não haverá mais morte.


Das dores

Gn 3.16 – Multiplicarei sobremodo as tuas dores.

Ap 21.4 – Não haverá mais sofrimento.


Da maldição

Gn 3.17 – Maldita é a terra por tua causa.

Ap 22.3 – Não haverá mais maldição.


Do diabo

Gn 3.1-4 – Satanás aparece como o enganador da humanidade.

Ap 20.10 – Satanás desaparece para sempre.


Da árvore da vida

Gn 3.22-24 – foram afastados da árvore da vida.

Ap 22.2 – Reaparece a árvore da vida.


Da presença de Deus

Gn 3.24 – O homem afastou-se da presença de Deus.

Ap 22.4 – Verão a Sua face.


Da morada eterna

Gn 2.4-10 – A primeira habitação do homem foi um jardim à beira de um rio.

Ap 22.1 – A eterna habitação do homem redimido será ao lado de um rio que corre para sempre do trono de Deus.


Como vimos, a relação Gênesis-Apocalipse fecha o círculo da eternidade. O princípio e o fim de todas as coisas. Mesmo numa linguagem figurada, simbólica, o Apocalipse apresenta uma perfeita sintonia com o Gênesis. Isso só é possível devido a ação do mesmo Espírito, que inspirou os dois autores, com um intervalo de quase quinze séculos.



Porto Belo, 9 de maio de 2023.




Dr. Gustavo Maders de Oliveira

Teólogo Missiologista


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