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As 3 viagens missionárias de Paulo

  AS TRÊS VIAGENS MISSIONÁRIAS DO APÓSTOLO PAULO As três viagens missionárias do Apóstolo Paulo são cruciais para entender a disseminação inicial do Cristianismo no mundo greco-romano. Aqui está um resumo das três viagens: Primeira Viagem Missionária (46-49 d.C.) - Atos 13 A primeira viagem missionária de Paulo começou por volta de 46 d.C., pouco após a conversão de Paulo ao cristianismo. Ele partiu de Antioquia da Síria, acompanhado por Barnabé e, mais tarde, por João Marcos. Esta jornada foi uma resposta ao chamado divino para pregar o Evangelho aos gentios. Principais paradas incluíram Chipre, onde pregaram em Salamina e Pafos, e várias cidades na Ásia Menor (atual Turquia), como Antioquia da Pisídia, Icônio, Listra e Derbe. Durante esta viagem, Paulo enfrentou tanto aceitação quanto resistência. Ele enfrentou perseguição e hostilidade, especialmente daqueles que se opunham ao Evangelho. No entanto, muitos gentios e alguns judeus se converteram ao cristianismo, forma

Um só rebanho, um só pastor, uma só fé em um só salvador - LER MAIS

 

Um só rebanho, um só pastor, uma só fé em um só salvador



Porque nós, sendo muitos, somos um só pão e um só corpo, porque todos participamos do mesmo pão.” (1 Coríntios 10:17 )


Todos nós somos participantes do mesmo corpo místico de Cristo: a Igreja. A Igreja é una, indivisível, contém membros e funções diferentes, sendo Cristo a cabeça.


Portanto, a Igreja é uma só. Não existe para Deus Igreja Católica Apostólica Romana, Igreja Ortodoxa Grega, Igreja Metodista, Igreja Deus é Amor ou Igreja Presbiteriana – essa divisão é humana, fruto do não conformismo e do sentimento faccioso. A história eclesiástica explica.


Somos todos ovelhas de um mesmo rebanho, onde Cristo é o Pastor.


Somos alicerçados por 5 pilares da nossa fé:

1. Sola fide – somente a fé;

2. Sola gratia – somente a graça;

3. Solus Christus – somente Cristo;

4. Sola scriptura – somente a escritura; e

5. Solo Déo Glória – glória somente a Deus.

Este entendimento foi consolidado a partir da Reforma Protestante do Séc. XVI e é aceito pela Igreja como “as cinco solas”.


A teologia contemporânea aborda esses temas, tomando por base a teologia do Antigo Testamento e principalmente a teologia do Novo Testamento, e intimamente ligada à história (eclesiástica e secular) e filosofia, elenca acertos e erros da Igreja ao longo da história contemporânea (também média e antiga), onde, pela maior proeminência, aparece mais o catolicismo romano, mas também os absurdos cometidos pelos protestantes, como por exemplo a morte de anabatistas afogados pelos calvinistas. Isso é só a ponta do iceberg. Lutero, o precursor da Reforma era antissemita, e escreveu um livro sobre seu ódio aos judeus. Mas como já referi, aparece mais ao longo da história os católicos romanos, porque existem a mais tempo e são muito mais expressivos.


Contra fatos não há argumentos, e a história é repleta de absurdos cometidos pela Igreja em nome de Deus. Aquilo que era para ser luz, por séculos foi trevas. O quê podemos dizer acerca de pastores corruptos, carnais, e de centenas de padres acusados de pedofilia e homossexualismo? O que pensar de crentes que julgam as pessoas, enquanto deveriam amar incondicionalmente? Tudo errado!


Tudo indica e aponta para uma verdade: o fim está próximo, dados os escândalos das Igrejas. Somos todos folhas da figueira (Mateus 24:32) – quem lê entenda. Falta pouco para a triunfal volta do Senhor Jesus (Amém). Não adianta defendermos ou colocarmos panos quentes sobre o pecado. A Igreja está contaminada pelo pecado desde sua fundação. Fez atrocidades na Idade Média e Moderna, e continua escandalizando. Mas fomos chamados para sermos luz, e ser referência neste mundo cada vez mais perverso e tenebroso. "Porque assim o Senhor no-lo mandou: eu te puz para luz dos gentios, a fim de que sejas para salvação, até os confins da terra." Atos 13:47


Dr. Gustavo Maders de Oliveira

Teólogo e Missiólogo


21/04/2023

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