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Não Julgues Alguém por Quem Cristo Morreu

  Não Julgues Alguém por Quem Cristo Morreu O ensinamento de Jesus sobre o julgamento é profundo e relevante para todos nós. Em Mateus 7, encontramos palavras que nos convidam à reflexão e à mudança de atitude. Vamos explorar por que não devemos julgar os outros e como podemos aplicar esse princípio em nossa vida. I - O Mandamento de Não Julgar Em Mateus 7:1-2, Jesus diz: “Não julgueis, para que não sejais julgados. Pois com o critério com que julgardes, sereis julgados; e com a medida que usardes para medir a outros, igualmente medirão vocês.” Essas palavras são um lembrete poderoso de que nosso julgamento tem consequências. Quando apontamos os erros dos outros, estamos nos colocando em uma posição de juízes, e Deus nos julgará da mesma forma. II - A Trave no Próprio Olho Jesus continua em Mateus 7:3-5: “E por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão, e não vês a trave que está no teu próprio olho? Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o

O Fenômeno Religioso - LER MAIS

 

O FENÔMENO RELIGIOSO


De uma forma ou de outra, o comportamento religioso ocorre em quase toda as culturas de que temos conhecimento. Interessa que há muita semelhança no comportamento religioso de todas essas culturas, apesar das grandes diferenças quanto às formas de crença e, muitas vezes, até mesmo nos propósitos e objetivos. Esta semelhança sugere a existência de um fator comum à experiência religiosa de todos os homens. Grosso modo, todas as definições de religião se enquadram dentro de um destes dois grupos: as que realçam o elemento de mistério do universo e as que salientam o sentimento de dependência. Essas definições salientam ou o aspecto coletivo ou o elemento individual da experiência religiosa.

Apesar do louvável esforço de antropólogos, teólogos, historiadores e outros especialistas, as origens de religião ainda constituem verdadeiro problema. Uns apontam para idéia do mana; outros falam do animismo, ainda outros dizem que a magia é, de fato, a origem das várias expressões religiosas da humanidade.

Ao filósofo ou ao teólogo interessa discutir se existe ou não uma realidade objetiva a que essa experiência corresponde. Comportamento religioso é qualquer ato ou atitude que tem referência específica ao divino ou sobrenatural. Esse comportamento será primário, se representa uma experiência profundamente pessoal; secundário, se representa apenas um hábito religioso; e ternário, se for simplesmente uma questão de conformação a uma tradição religiosa.

Corumbá, 7 de julho de 2012.


Gustavo Maders de Oliveira - Th.

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