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Não Julgues Alguém por Quem Cristo Morreu

  Não Julgues Alguém por Quem Cristo Morreu O ensinamento de Jesus sobre o julgamento é profundo e relevante para todos nós. Em Mateus 7, encontramos palavras que nos convidam à reflexão e à mudança de atitude. Vamos explorar por que não devemos julgar os outros e como podemos aplicar esse princípio em nossa vida. I - O Mandamento de Não Julgar Em Mateus 7:1-2, Jesus diz: “Não julgueis, para que não sejais julgados. Pois com o critério com que julgardes, sereis julgados; e com a medida que usardes para medir a outros, igualmente medirão vocês.” Essas palavras são um lembrete poderoso de que nosso julgamento tem consequências. Quando apontamos os erros dos outros, estamos nos colocando em uma posição de juízes, e Deus nos julgará da mesma forma. II - A Trave no Próprio Olho Jesus continua em Mateus 7:3-5: “E por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão, e não vês a trave que está no teu próprio olho? Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o

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Do lado de dentro ainda é melhor


Gênesis 6:19-22


E de tudo o que vive, de toda a carne, dois de cada espécie, farás entrar na arca, para os conservar vivos contigo; macho e fêmea serão.
Das aves conforme a sua espécie, e dos animais conforme a sua espécie, de todo o réptil da terra conforme a sua espécie, dois de cada espécie virão a ti, para os conservar em vida.
E leva contigo de toda a comida que se come e ajunta-a para ti; e te será para mantimento, a ti e a eles.
Assim fez Noé; conforme a tudo o que Deus lhe mandou, assim o fez.”


Gênesis 7::17-24


E durou o dilúvio quarenta dias sobre a terra, e cresceram as águas e levantaram a arca, e ela se elevou sobre a terra.
E prevaleceram as águas e cresceram grandemente sobre a terra; e a arca andava sobre as águas.
E as águas prevaleceram excessivamente sobre a terra; e todos os altos montes que havia debaixo de todo o céu, foram cobertos.
Quinze côvados acima prevaleceram as águas; e os montes foram cobertos.
E expirou toda a carne que se movia sobre a terra, tanto de ave como de gado e de feras, e de todo o réptil que se arrasta sobre a terra, e todo o homem.
Tudo o que tinha fôlego de espírito de vida em suas narinas, tudo o que havia em terra seca, morreu.
Assim foi destruído todo o ser vivente que havia sobre a face da terra, desde o homem até ao animal, até ao réptil, e até à ave dos céus; e foram extintos da terra; e ficou somente Noé, e os que com ele estavam na arca.
E prevaleceram as águas sobre a terra cento e cinqüenta dias.”

O quê esses textos dizem pra nós?


Do lado de dentro ainda é melhor!

1. O relato bíblico de Gênesis conta que os animais entraram na arca de dois em dois (casais), e entrou também Noé e sua família.


2. Agora imagine uma grande quantidade de animais comendo, urinando e defecando, assim como a família de Noé, ninguém tomou banho enquanto durou o dilúvio (ao menos não se tem registro). A arca devia ser um lugar inóspito, o mau cheiro devia ser muito forte, contudo, ainda era melhor dentro da arca do que fora… Devia dar muito trabalho para a família de Noé, pense em limpar tudo e alimentar os animais por 150 dias, enquanto durou o dilúvio. Depois começaram a baixar as águas e aos poucos as coisas foram melhorando.


3. Podemos fazer uma analogia da arca com a igreja. Quantas vezes vimos a sujeira, sentimos o odor desagradável, espiritualmente falando, mas ainda assim é melhor ficar na igreja do que do lado de fora, pois do lado de fora é morte na certa. Vale a pena superarmos as dificuldades, e aguentar a sujeira, pois ainda assim é melhor do que fora. Dá trabalho, desânimo, mas ainda é melhor do que fora da igreja. Na igreja se vê de tudo, a pecaminosidade do ser humano, o orgulho, a vaidade, a desobediência, a rebeldia, tudo isso causa um tremendo mau cheiro espiritual.


Conclusão:


Viver e trabalhar (exercer um ministério) eclesiástico da muito trabalho e se vê muita sujeira, mas ainda é melhor do que do lado de fora da igreja, pois do lado de fora a morte é certa. Pense nisso!


Que o Senhor Deus te abençoe e guarde!



Porto Belo, 26 de setembro de 2022.


Prof. Dr. Gustavo Maders de Oliveira

Teólogo/Missiólogo

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