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Não Julgues Alguém por Quem Cristo Morreu

  Não Julgues Alguém por Quem Cristo Morreu O ensinamento de Jesus sobre o julgamento é profundo e relevante para todos nós. Em Mateus 7, encontramos palavras que nos convidam à reflexão e à mudança de atitude. Vamos explorar por que não devemos julgar os outros e como podemos aplicar esse princípio em nossa vida. I - O Mandamento de Não Julgar Em Mateus 7:1-2, Jesus diz: “Não julgueis, para que não sejais julgados. Pois com o critério com que julgardes, sereis julgados; e com a medida que usardes para medir a outros, igualmente medirão vocês.” Essas palavras são um lembrete poderoso de que nosso julgamento tem consequências. Quando apontamos os erros dos outros, estamos nos colocando em uma posição de juízes, e Deus nos julgará da mesma forma. II - A Trave no Próprio Olho Jesus continua em Mateus 7:3-5: “E por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão, e não vês a trave que está no teu próprio olho? Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o

Das águas - LER MAIS

 

Das águas


Gn 1.10 – Ao ajuntamento das águas chamou mares.

Ap 21.1 – E o mar já não existe.


A Palavra de Deus nos diz que “no princípio” Deus criou os céus e a Terra. Por “princípio” entende-se um período anterior ao da “semana” da criação. É um tempo difícil de computar. Nesse tempo tão longínquo Deus cria a terra, que se torna sem forma e vazia após a rebelião da terça parte dos anjos. Por vazia entende-se que não continha as coisas de forma ordenada como temos hoje. Pois ela não era vazia totalmente, é nos dito que o Espírito pairava sobre as “águas do abismo”.

A água estava presente antes da “semana” da criação. Entre os versículos 1 e 2 de Gn 1 há um período incomputável de tempo, onde instalou-se o caos. É a água um dos elementos mais antigos da natureza. Elemento essencial para toda espécie de vida.

Durante a “semana” da criação Deus faz separação das águas, na terra a água formaria rios e mares, no céu estaria em sua forma de vapor, umedecendo o ar. Não havia precipitação de chuvas, mas a terra era regada com uma neblina (Gn 2.6).

A vida vegetal e animal só aparecem no relato depois que o elemento “água” é devidamente distribuído no planeta.

Em vários momentos a água passaria a ser usada como símbolo de vida e de purificação. No deserto Moisés tiraria água da rocha. Naamã, chefe do exército do rei da Síria, se lavaria sete vezes nas águas do Jordão para purificar-se da lepra. Para entrar no Santuário era preciso que o Sacerdote lavasse os pés com a água da pia. João Batista batizava os arrependidos imergindo-os nas águas do Jordão.

No terceiro dia, Deus criou em duas áreas básicas. A primeira foi a união das águas de uma maneira que a terra apareceu, erguendo-se das águas em ilhas, montanhas, pradarias, grandes massas de solo e penínsulas. Ainda há muita especulação entre os homens para ordenar essa parte da criação. Podemos saber, entretanto, que a única revelação sobre essa ordem é a Bíblia e que, por meio do estudo diligente dela, podemos aprender tudo sobre isso, mas não mais do que Deus propôs. No terceiro dia, Deus criou ainda a vida vegetal, uma das maravilhas mais fascinantes do mundo. Esse reino oscila entre magnificentes árvores gigantes, aquelas que são pequenas e carregadas com frutos suculentos e vidas vegetais microscópicas nas profundezas do mar. Há prados de grama, uma grande variedade de vegetais e alimentos em raízes. Não se trata nem de pensamentos posteriores nem de atos aleatórios, mas para servirem de comida para a criação de Deus no quinto dia. Há uma semente minúscula para o menor pássaro, plantas microscópicas para vidas marinhas tão pequenas que nós apenas agora estamos aprendendo sobre sua existência e há alimento suficiente para o mais imenso dos animais.

O mar é uma longa extensão de água salgada conectada com um oceano. O termo também é usado para grandes lagos salinos que não tem saída natural, como o Mar Cáspio e o Mar da Galiléia. O termo é usado num sentido menos geográfico para designar uma parte do oceano, como mar tropical ou água do mar se referindo às águas oceânicas.

Na linguagem apocalíptica de João, o mar simbolizava separação, pois a ilha de Patmos, onde mantinha-se prisioneiro distava dezenas de milhas da costa da Grécia, tornando-se uma barreira intransponível para qualquer que tentasse desafiá-lo.

Se entendermos “mar” como símbolo de separação, agora que o pecado, seus promotores e suas consequências foram banidas, não haverá separação entre o Deus santo e o seu povo. Dessa forma, fica compreensível a expressão de João no versículo 1º do capítulo 21 do último livro. O que passa a existir é o governo espiritual e eterno de Cristo junto àqueles que lhe foram fiéis até o fim.



Prof. Dr. Gustavo Maders de Oliveira

16 de setembro de 2022


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