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Não Julgues Alguém por Quem Cristo Morreu

  Não Julgues Alguém por Quem Cristo Morreu O ensinamento de Jesus sobre o julgamento é profundo e relevante para todos nós. Em Mateus 7, encontramos palavras que nos convidam à reflexão e à mudança de atitude. Vamos explorar por que não devemos julgar os outros e como podemos aplicar esse princípio em nossa vida. I - O Mandamento de Não Julgar Em Mateus 7:1-2, Jesus diz: “Não julgueis, para que não sejais julgados. Pois com o critério com que julgardes, sereis julgados; e com a medida que usardes para medir a outros, igualmente medirão vocês.” Essas palavras são um lembrete poderoso de que nosso julgamento tem consequências. Quando apontamos os erros dos outros, estamos nos colocando em uma posição de juízes, e Deus nos julgará da mesma forma. II - A Trave no Próprio Olho Jesus continua em Mateus 7:3-5: “E por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão, e não vês a trave que está no teu próprio olho? Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o

Você sabe o que é Páscoa? - LER MAIS

 

Você sabe o que é Páscoa?



É a principal data/festa religiosa no cristianismo, pois comemora-se a ressurreição de Cristo. Mas, a festa da Páscoa, na verdade, é muito mais antiga, do Século XV a.C.


Tudo começou quando o povo hebreu era escravo no Egito e, vendo a aflição do Seu Povo, Deus comissionou Moisés para libertar o “povo de Israel” do Egito e levá-lo a uma terra prometida pelo Senhor. Então endureceu-se o coração do Faraó, e Deus mandou 10 pragas ao Egito, sendo a última a morte de todo primogênito.


O livro de Êxodo, no capítulo 12:21-28, narra a instrução de Deus para o povo hebreu, transmitida por Moisés:


Chamou pois Moisés a todos os anciãos de Israel, e disse-lhes: Escolhei e tomai vós cordeiros para vossas famílias, e sacrificai a páscoa.

Então tomai um molho de hissopo, e molhai-o no sangue que estiver na bacia, e passai-o na verga da porta, e em ambas as ombreiras, do sangue que estiver na bacia; porém nenhum de vós saia da porta da sua casa até a manhã.

Porque o Senhor passará para ferir aos egípcios, porém quando vir o sangue na verga da porta, e em ambas as ombreiras, o Senhor passará aquela porta, e não deixará o destruidor entrar em vossas casas, para vos ferir.

Portanto guardai isto por estatuto para vós, e para vossos filhos para sempre.
E acontecerá que, quando entrardes na terra que o Senhor vos dará, como tem dito, guardareis este culto.

E acontecerá que, quando vossos filhos vos disserem: Que culto é este?
Então direis: Este é o sacrifício da páscoa ao Senhor, que passou as casas dos filhos de Israel no Egito, quando feriu aos egípcios, e livrou as nossas casas. Então o povo inclinou-se, e adorou.

E foram os filhos de Israel, e fizeram isso como o Senhor ordenara a Moisés e a Arão, assim fizeram.”


E o cordeiro era para ser assado e comido pela família; se a família fosse muito pequena, poderia chamar seus vizinhos, pois nada poderia sobrar do cordeiro. A instrução de Deus a Moisés e Arão está em Êxodo 12.


Assim ocorreu, e naquela noite o destruidor, o anjo da morte passou e feriu (matou) o primogênito de toda casa que não tinha a marca do sangue do cordeiro. Também morreram os primogênitos de todo o gado e crias dos egípcios. E este é o significado literal da Páscoa judaica (do hebraico Pessah = passagem). E com a 10ª praga o povo foi liberto do Egito.


Isso tipifica Cristo!

Ora, Jesus foi preso na madrugada da sexta-feira (sexta-feira santa), quando foi condenado à morte na cruz. O corpo foi retirado da cruz e sepultado ainda na sexta, pois os judeus não poderiam fazer isso no sábado. No domingo de Páscoa Ele ressuscitou, tendo aparecido mais tarde para alguns discípulos. Vê: o Cordeiro foi morto para pagar pelo pecado de toda humanidade, somos cobertos pelo Seu sangue, para que o mal não tenha poder sobre nós. E na Páscoa Ele ressurgiu dos mortos, depois ascendeu aos céus, e está à destra do Pai. Por isso nós, cristãos, comemoramos a Páscoa como sendo o dia da ressurreição de Cristo, pois Ele ressuscitou na Páscoa.


O sacrifício do Cordeiro de Deus:


Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”

(João 3:16)


O sacrifício do Cordeiro (Jesus) foi planejado antes da fundação do mundo:


“…
Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo.”
(Apocalipse 13:8)

Jesus é o Cordeiro de Deus:


No dia seguinte João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.” (João 1:29)


A última Páscoa de Jesus:


E, chegada a hora, pôs-se à mesa, e com ele os doze apóstolos.
E disse-lhes: Desejei muito comer convosco esta páscoa, antes que padeça;
Porque vos digo que não a comerei mais até que ela se cumpra no reino de Deus.
E, tomando o cálice, e havendo dado graças, disse: Tomai-o, e reparti-o entre vós;
Porque vos digo que já não beberei do fruto da vide, até que venha o reino de Deus.

E, tomando o pão, e havendo dado graças, partiu-o, e deu-lhe, dizendo: Isto é o meu corpo, que por vós é dado; fazei isto em memória de mim.
Semelhantemente, tomou o cálice, depois da ceia, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue, que é derramado por vós.”
(Lucas 22:14-20)


Jesus Cristo ressuscitou!

E no primeiro dia da semana, muito de madrugada, foram elas ao sepulcro, levando as especiarias que tinham preparado, e algumas outras com elas.
E acharam a pedra revolvida do sepulcro.
E, entrando, não acharam o corpo do Senhor Jesus.
E aconteceu que, estando elas muito perplexas a esse respeito, eis que pararam junto delas dois homens, com vestes resplandecentes.
E, estando elas muito atemorizadas, e abaixando o rosto para o chão, eles lhes disseram: Por que buscais o vivente entre os mortos?
Não está aqui, mas ressuscitou. Lembrai-vos como vos falou, estando ainda na Galiléia,
Dizendo: Convém que o Filho do homem seja entregue nas mãos de homens pecadores, e seja crucificado, e ao terceiro dia ressuscite.
E lembraram-se das suas palavras.
E, voltando do sepulcro, anunciaram todas estas coisas aos onze e a todos os demais.
E eram Maria Madalena, e Joana, e Maria, mãe de Tiago, e as outras que com elas estavam, as que diziam estas coisas aos apóstolos.
E as suas palavras lhes pareciam como desvario, e não as creram.
Pedro, porém, levantando-se, correu ao sepulcro e, abaixando-se, viu só os lençóis ali postos; e retirou-se, admirando consigo aquele caso.”
(Lucas 24:1-12)

História do coelho da Páscoa

Na tradição consolidada atualmente, sobretudo nos países do Hemisfério Norte, o coelho da Páscoa é aquele quem traz os ovos de chocolate e os esconde para que as crianças possam procurá-los. Assim, é comum que, durante a Páscoa, os pais escondam os ovos de Páscoa para que as suas crianças procurem por eles.

Existem muitas teorias a respeito da origem do coelho da Páscoa, algumas afirmam que a associação do coelho com a Páscoa tem origens pagãs, enquanto outras teorias sustentam que o coelho, desde a Idade Média, já possuía uma relação direta com o Cristianismo. De fato, neste momento, é impossível sustentar qual das duas teorias é a correta, mas, de toda forma, elas nos fornecem elementos para pensarmos sobre o assunto.

Primeiramente, a consolidação do coelho como símbolo da Páscoa (e da maneira como comemoramos essa festa) aconteceu por volta do século XIX e está diretamente relacionada com a transformação da forma como o mundo ocidental enxergava as crianças. A partir do século XVII, tal forma transformou-se radicalmente, e a infância começou a ser vista como um momento preparatório para a vida adulta.

Essa transformação no modo como a infância era entendida contribuiu para o costume de comemoração de feriados, como a Páscoa. Essas festas transformaram-se em celebrações mais caseiras e voltadas para o âmbito familiar. Nesse sentido, os ovos de Páscoa e o coelho da Páscoa foram símbolos importantes que consolidaram a Páscoa como um feriado doméstico.

A prática de decorar o ovo de Páscoa e sua associação com a Páscoa cristã têm origens diversas, como podemos ver neste texto. A decoração de ovos era uma prática realizada por persas durante uma comemoração no equinócio de primavera (próximo à data que comemoramos a Páscoa), e a importância do ovo enquanto símbolo de renascimento esteve presente na cultura chinesa, por exemplo.

Na cultura pagã europeia, o ovo esteve associado a uma deusa da mitologia germânica, e a decoração de ovos era uma prática realizada por povos eslavos na região da atual Ucrânia. Existem histórias do Cristianismo Ortodoxo que relacionam os ovos à Maria Madalena, e o ato de pintar ovos de vermelho, nas regiões do Cristianismo Ortodoxo, era comum.

Ele ressuscitou! É isso que devemos comemorar na Páscoa! Passamos da morte (eterna) para a vida (eterna). Eis o nosso Páscoa!





Gustavo Maders de Oliveira – Th. Me.

7 de abril de 2022.



Fonte de consulta:

https://mundoeducacao.uol.com.br/pascoa/coelho-pascoa.htm











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