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As 3 viagens missionárias de Paulo

  AS TRÊS VIAGENS MISSIONÁRIAS DO APÓSTOLO PAULO As três viagens missionárias do Apóstolo Paulo são cruciais para entender a disseminação inicial do Cristianismo no mundo greco-romano. Aqui está um resumo das três viagens: Primeira Viagem Missionária (46-49 d.C.) - Atos 13 A primeira viagem missionária de Paulo começou por volta de 46 d.C., pouco após a conversão de Paulo ao cristianismo. Ele partiu de Antioquia da Síria, acompanhado por Barnabé e, mais tarde, por João Marcos. Esta jornada foi uma resposta ao chamado divino para pregar o Evangelho aos gentios. Principais paradas incluíram Chipre, onde pregaram em Salamina e Pafos, e várias cidades na Ásia Menor (atual Turquia), como Antioquia da Pisídia, Icônio, Listra e Derbe. Durante esta viagem, Paulo enfrentou tanto aceitação quanto resistência. Ele enfrentou perseguição e hostilidade, especialmente daqueles que se opunham ao Evangelho. No entanto, muitos gentios e alguns judeus se converteram ao cristianismo, forma

CONFISSÃO BATISTA DE NEW HAMPSHIRE

 CONFISSÃO BATISTA DE NEW HAMPSHIRE



DECLARAÇÃO DE FÉ.............................................................................................................2

I. DAS ESCRITURAS ........................................................................................................... 2

II. DO VERDADEIRO DEUS ...............................................................................................2

III. DA QUEDA DO HOMEM ..............................................................................................2

IV. DO CAMINHO DA SALVAÇÃO .................................................................................. 2

V. DA JUSTIFICAÇÃO ........................................................................................................ 2

VI. DA LIVRE SALVAÇÃO.................................................................................................3

VII. DA GRAÇA NA REGENERAÇÃO .............................................................................. 3

VIII. DO ARREPENDIMENTO E FÉ................................................................................... 3

IX. DO PROPÓSITO DA GRAÇA DE DEUS...................................................................... 3

X. DA SANTIFICAÇÃO .......................................................................................................3

XI. DA PERSEVERANÇA DOS SANTOS .......................................................................... 4

XII. DA HARMONIA DA LEI E DO EVANGELHO .......................................................... 4

XIII. DE UMA IGREJA DO EVANGELHO ........................................................................4

XIV. DO BATISMO E DA CEIA DO SENHOR .................................................................. 4

XV. DO SÁBADO CRISTÃO ............................................................................................... 4

XVI. DO GOVERNO CIVIL .................................................................................................4

XVII. DOS JUSTOS E DOS ÍMPIOS ...................................................................................4

XVIII. DO MUNDO POR VIR..............................................................................................52

CONFISSÃO BATISTA DE NEW HAMPSHIRE

(1833)

DECLARAÇÃO DE FÉ

I. DAS ESCRITURAS

Cremos que a Bíblia Sagrada foi escrita por homens divinamente inspirados, e é um

tesouro perfeito de instrução celestial; que tem Deus por seu autor, salvação por sua

finalidade, e verdade sem qualquer mistura de erro em seu conteúdo; que ela revela os

princípios pelos quais Deus nos julgará; e, portanto, é e permanecerá até o fim do mundo, o

verdadeiro centro de união cristã, sendo o padrão supremo pelo qual toda conduta, e todos

credos e opiniões humanas devem ser julgados.

II. DO VERDADEIRO DEUS

Cremos que há um, e somente um, Deus vivo e verdadeiro, um Espírito infinito,

inteligente, cujo nome é JEOVÁ, o Criador e Supremo Senhor do céu e da terra;

inexprimivelmente glorioso em santidade, e digno de toda honra, confiança e amor possíveis;

que na unidade da Divindade há três pessoas, o Pai, o Filho e o Espírito Santo; iguais em toda

perfeição divina e executando distintos ofícios em harmonia na grande obra da redenção.

III. DA QUEDA DO HOMEM

Cremos que o homem foi criado em santidade, sob a lei de seu Criador; mas por voluntária

transgressão caiu de tal estado santo e feliz; em conseqüência disso toda a humanidade é

agora pecadora, não por coação, mas por escolha; sendo por natureza totalmente carente da

santidade exigida pela lei de Deus, inclinado de fato para o mal; e portanto sob justa

condenação à eterna ruína, sem defesa nem desculpa.

IV. DO CAMINHO DA SALVAÇÃO

Cremos que a salvação dos pecadores é inteiramente pela graça, através do ofício

mediador do Filho de Deus; que pela designação do Pai, livremente levou sobre si nossa

natureza, ainda que sem pecado; honrou a divina lei por sua obediência pessoal, e por sua

morte fez plena expiação por nossos pecados; que tendo ressuscitado da morte, está agora

entronizado no céu; e unindo em sua maravilhosa pessoa a mais afável compaixão com as

perfeições divinas, está de todo modo qualificado para ser um Salvador apropriado,

misericordioso e todo suficiente.

V. DA JUSTIFICAÇÃO

Cremos que a grande bênção do evangelho que Cristo assegura aos que nele crêem é a

justificação; que a justificação inclui o perdão do pecado e a promessa de vida eterna baseada

nos princípios de justiça; que ela é concedida, não em consideração de quaisquer obras de

justiça que tenhamos praticado, mas somente através da fé no sangue do Redentor; por virtude

de tal fé sua justiça perfeita é livremente imputada a nós por Deus; que ela nos traz a um mui3

abençoado estado de paz e favor para com Deus, e assegura qualquer outra bênção necessária

agora e na eternidade.

VI. DA LIVRE SALVAÇÃO

Cremos que as bênçãos da salvação são livremente dadas a todos pelo evangelho; que é

dever imediato de todos aceitá-las pela fé cordial, penitente e obediente; e que nada impede a

salvação do maior pecador do mundo, mas apenas sua depravação inerente e rejeição

voluntária do evangelho; que tal rejeição envolve-o em grave condenação.

VII. DA GRAÇA NA REGENERAÇÃO

Cremos que, para serem salvos, os pecadores precisam ser regenerados, ou nascer de

novo; que a regeneração consiste em conceder uma santa disposição à mente; que ela é

efetuada de modo acima de nossa compreensão pelo poder do Espírito Santo, relacionado com

a verdade divina, para assegurar a nossa obediência voluntária ao evangelho; e que sua

evidência apropriada aparece nos santos frutos do arrependimento, na fé e na novidade de

vida.

VIII. DO ARREPENDIMENTO E FÉ

Cremos que arrependimento e fé são deveres sagrados, e também graças inseparáveis,

trabalhadas em nossas almas pelo regenerador Espírito de Deus; por meio do qual sendo

profundamente convencidos de nossa culpa, de nosso perigo, de nosso desamparo, e do

caminho da salvação por Cristo, voltamos a Deus com genuína contrição, confissão e súplica

por misericórdia; recebendo ao mesmo tempo de coração o Senhor Jesus Cristo como nosso

Profeta, Sacerdote e Rei, e somente nele confiando como o único e todo suficiente Salvador.

IX. DO PROPÓSITO DA GRAÇA DE DEUS

Cremos que a eleição é o eterno propósito de Deus, de acordo com a qual ele

graciosamente regenera, santifica e salva os pecadores; que, sendo perfeitamente coerente,

com a livre agência do homem, compreende todos os meios relacionados com o fim; que é a

mais gloriosa demonstração da bondade soberana de Deus, que é infinitamente livre, sábio,

santo e imutável; que ela exclui totalmente o orgulho, e promovem humildade, amor, oração,

louvor, confiança em Deus, e ativa imitação de sua livre misericórdia; que encoraja o uso dos

meios ao mais alto grau; que pode ser confirmada por seus efeitos em todos os que

verdadeiramente crêem no evangelho; que é o fundamento da segurança cristã; e que para que

se confirme em relação a nós exige e merece a máxima diligência.

X. DA SANTIFICAÇÃO

Cremos que a santificação é o processo pelo qual, conforme a vontade de Deus, tornamo-

nos participantes de sua santidade; que é uma obra progressiva; que teve início na

regeneração; e que é levada a efeito no coração dos cristãos pela presença e pelo poder do

Espírito Santo, o Aferidor e Consolador, no uso contínuo dos meios designados –

especialmente a Palavra de Deus, auto-exame, auto-sacrifício, vigilância e oração.4

XI. DA PERSEVERANÇA DOS SANTOS

Cremos que somente os que são verdadeiros crentes perseveram até o fim; que sua ligação

a Cristo é a grande marca que os distingue dos que professam a fé superficialmente; que uma

Providência especial vigia a batalha que travam; e eles são guardados pelo poder de Deus

através da fé para a salvação.

XII. DA HARMONIA DA LEI E DO EVANGELHO

Cremos que a Lei de Deus é a regra eterna e imutável de seu governo moral; que ela é

santa, justa, e boa; e que a incapacidade que as Escrituras atribuem aos homens caídos de

cumprir os seus preceitos procede inteiramente do amor que eles têm ao pecado; livrá-los

disso e restaurá-los através de um Mediador a uma sincera obediência à santa Lei, é um

grande fim do Evangelho e dos meios de graça relacionados com o estabelecimento da igreja

visível.

XIII. DE UMA IGREJA DO EVANGELHO

Cremos que uma igreja de Cristo visível é uma congregação de crentes batizados,

associados por aliança na fé e na comunhão do evangelho; observando as ordenanças de

Cristo; governado por suas leis, e exercendo os dons, direitos e privilégios neles investidos

pela sua Palavra; que os seus únicos oficiais bíblicos sãos os bispos, pastores e diáconos, cujas

qualificações, direitos e deveres estão definidos nas epístolas a Timóteo e a Tito.

XIV. DO BATISMO E DA CEIA DO SENHOR

Cremos que o batismo cristão é a imersão em água de um crente, em nome do Pai, do

Filho e do Espírito Santo, para demonstrar, em um símbolo solene e belo, nossa fé no

Salvador crucificado, sepultado e ressurreto, com seu efeito em nossa morte para o pecado e

ressurreição para uma nova vida; que é um pré-requisito para a relação com a Igreja, e para a

Ceia do Senhor, na qual os membros da Igreja, pelo uso sagrado do pão e do vinho, devem

comemorar juntos o amor que levou Cristo à morte, sempre precedida de solene auto-exame.

XV. DO SÁBADO CRISTÃO

Cremos que o primeiro dia da semana é o Dia do Senhor, ou o Sábado Cristão; e deve ser

guardado como sagrado para propósitos religiosos, com uma abstinência de todo trabalho

secular e de recreações pecaminosas; com a observância devota de todos os meios de graça,

tanto privados como públicos, e com a preparação para aquele descanso que resta para o povo

de Deus.

XVI. DO GOVERNO CIVIL

Cremos que o governo civil é divinamente designado para os interesses e para a boa

ordem da sociedade humana e que se deve orar pelos magistrados, conscientemente honrados

e obedecidos, exceto somente nas coisas em que se opõem à vontade de nosso Senhor Jesus

Cristo, que é o único Senhor da consciência e o Príncipe dos reis da terra.

XVII. DOS JUSTOS E DOS ÍMPIOS

Cremos que há uma radical e essencial diferença entre o justo e o ímpio; que somente os

que pela fé são justificados no nome do Senhor Jesus, e santificados pelo Espírito de nosso

Deus, são verdadeiramente justos em sua avaliação, enquanto aqueles que permanecem em5

impenitência e incredulidade são ímpios à vista dele e estão sob a maldição; e essa distinção

persiste entre os homens tanto na morte como depois dela.

XVIII. DO MUNDO POR VIR

Cremos que o fim do mundo está-se aproximando, que no último dia Cristo descerá do céu

e ressuscitará os mortos da sepultura para a retribuição final, que uma solene separação então

terá lugar, que o ímpio será sentenciado ao castigo eterno e o justo, à felicidade eterna, e que

esse julgamento determinará para sempre o estado final dos homens no céu ou no inferno,

com base nos princípios de justiça.

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